Impulsionada pelo Agro, Campo Grande é a 12ª cidade com maior faturamento de franquias

Uma pesquisa realizada pela ABF (Associação Brasileira de Franchising) apontou a cidade de Campo Grande como a 12ª com maior faturamento de franquias durante o primeiro semestre de 2025. Segundo o estudo, a capital de Mato Grosso do Sul foi impulsionada pelo agronegócio.

O ranking é liderado por Porto Alegre (RS), que teve crescimento de 32,97% no faturamento em relação a 2024. Completam o pódio as cidades do interior paulista Jundiaí e Santos. As capitais São Paulo e Florianópolis aparecem como 4ª e 5ª colocadas, com crescimento superior a 13%. Guarulhos, Cuiabá, Salvador, Belém e Manaus completam o top 10.

Segundo o estudo, o agronegócio foi responsável por impulsionar a economia local de cinco cidades. Além de Porto Alegre e Cuiabá, o destaque do ranking é Campo Grande, que aparece como o 12º município com maior crescimento, seguido de Londrina e Uberlândia, em 13º e 14º, respectivamente. Goiânia e São José do Rio Preto também tiveram predomínio do agro, aparecendo na tabela na 16ª e 18ª posição.

No entanto, ainda em estudo da ABF, desta vez em relação ao quarto trimestre de 2025, o Centro-Oeste ocupa a penúltima posição entre as operações por região, com 9%. O predomínio é do Sudeste, com 45%, seguido do Sul, com 22%, e Nordeste, com 18%. O Norte, com 6%, completa o ranking.

Maiores franquias no Brasil

A pesquisa também ranqueou as maiores franquias espalhadas pelo país. Na liderança, a Cacau Show aparece com 4.713 operações, seguida de O Boticário, com 3.898, e do McDonalds, com 2.774. O top 10 ainda é composto por Ortobom (2.387), Lubrax (1.632), AmPm (1.539), BRMania (1.517), Óticas Carol (1.408), CVC (1.361) e Oggi Sorvetes (1.312).

Entre os segmentos com as maiores franquias, o setor de alimentos lidera com vantagem, com 40%. O segmento de saúde, beleza e bem-estar aparece na sequência, com 19%, enquanto casa e construção e o setor de moda empatam em 9%. Educação (7%), serviços automotivos (6%), limpeza e conservação (5%), hotelaria e turismo (3%) e serviços e outros negócios (2%) completam o ranking.

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