Disputando a cadeira de presidente com o decano Zé Teixeira (PL), que chega ao seu 9° mandato, e Coronel David (PL), que caminha com o bolsonarismo de perto, Paulo Corrêa (PL) também confirmou sua pré-candidatura e afirmou que submeterá seu nome aos pares, apostando no diálogo para além do próprio partido.
Após menção de Zé Teixeira de que o PL pode buscar tanto a presidência quanto a 1ª secretária, segundo cargo mais cobiçado, Corrêa avisou que só ‘pode cair para cima’.
“Eu já fui primeiro-secretário duas vezes, então não posso mais ser 1° secretário. Eu só posso ser presidente, só posso cair para cima”, pontuou o parlamentar.
Zé Teixeira afirmou que gostaria de ser 1º secretário, mas também está impedido por já ter ocupado o cargo em dois biênios.
Analisando o cenário de disputa, Paulo Corrêa também não vê chances do PL monopolizar os principais postos da Casa apenas por ter elegido a maior bancada.
Segundo o deputado, a matemática legislativa exige aliança. Ele não descarta inclusive, ter o PT nessa composição. O partido adversário ao bolsonarismo fez a segunda maior bancada, com 4 eleitos.
“Dizer que uma única bancada faz o presidente e o primeiro-secretário, na realidade, não existe. O PL pode pleitear a presidência da Casa, mas precisa compor com as outras bancadas partidárias para formar uma chapa, pois não é apenas a presidência que está em jogo”, explicou.
“O jogo ainda não está definido. Jogo é jogo, treino é treino”, acrescentou.